A Europa dos dementes e esquizofrénicos, que desde 2020 destroem a sociedade europeia, em todas as vertentes, sociais, económicas e industriais, que em 2022 se junta também a destruição das forças militares, com o seu completo esvaziamento de recursos bélicos, bem como da subsistência e sobrevivência civil, empurrando a sociedade europeia para a miséria, para o frio, para a indigência, como em um passe de mágica, ao fim de três anos consecutivos a triturar recursos, eis que surge, a solução, que será apresentada hoje, algo do género alemão, irrelevante, hipócrita e, e o e aqui é a cereja no topo do bolo, ninguém recebe um tosto furado, porque o vamos ter de devolver, ainda que a devolução, seja feita á posteriori, e através dos impostos directos e indirectos.
Nenhum estado possuí dinheiro, o dinheiro á guarda do estado ao povo pertence, e ao povo o estado tem de prestar contas, a autora da frase, ou do sentido da frase, foi Margareth Thatcher.
O governo português, provavelmente na figura do paquiderme indiano, vai apresentar hoje, um pacote de ajudas, que visem mitigar a inflação, e os custos elevados de vida, que o segundo erro governativo desde 2020, criou, esta seria uma boa altura para questionar o paquiderme, como foi possível entregar a um estado corrupto (o maior corrupto da europa), um valor de 250 milhões de euros, que em números redondos, a cada indígena deste burgo, coube a contribuição de 25€, isto se considerarmos dez milhões de indígenas, e todos activos, o que não se sucede, era de bom tom, além de ser sinónimo de educação, perguntar aos detentores desse montante, se estavam dispostos a ceder o mesmo a terceiros, porque eu não estava disposto, nem mesmo que alguém se predispusesse a ceder esse montante em meu nome, o aceitaria fazer.
Mas voltando ao "pacote" no sentido lato, e não no sentido figurativo, quaisquer montantes e verbas a atribuir a titulo compensatório, são na realidade mais um assalto ao bolso do contribuinte, ainda que lá mais para a frente, seja qual for o valor da "prenda" (fala-se em 100€) para a plebe trabalhadora e para os pensionistas o "avanço" dos aumentos das pensões e reformas de 2023, e falamos em aumentos desde 1,50€ até e vou ser arrojado, 50,00€ mensais nas pensões e reformas, sabemos que existem pensionistas que, o aumento será bem mais alto, mas esses, não esperam o dinheiro da reforma para comprarem aspirinas.
Nesse mesmo pacote, como não poderia deixar de ser, engloba se também apoios para o negócio...
Fala se de um montante acima dos 2 mil milhões de euros (200,00€ a cada indígena, tendo em conta os 10 milhões), em modo idiota, Setembro e Outubro quase que morremos, e em Novembro já não há cheque prenda, acabou o pilim.
Os novos economistas da modernidade, irão apregoar, que ou é isto, ou nada, e que esta prenda irá combater a inflação, mas estes tipos, são burros, são os tipos da matemática do 10+10+2+2=24, quando o problema apresentado era 2x12=?, ou 12+12=?.
Nem combate a inflação, nem injecta capital na economia, primeiro porque dois meses, não são um ano económico, faltam mais dez meses, depois porque não baixa a inflação, sobe (e só por dois meses) o poder de compra, disfarçando a inflação, isto considerando que a flutuação da inflação se estagne, o que não me parece que vá acontecer.
Mas nem tudo é mau, porque vamos ver a dívida soberana aumentar, haja algo que aumente neste país, Portugal, como todos (quase na realidade) os países da União Europeia, não possuem moeda, logo a sua emissão está proibida, mas a emissão de moeda própria, como ferramenta do estado, é algo que estes novos economistas, refutam de todo, é mais fácil mendigar.
Sem essa ferramenta, o paquiderme indiano, ainda podia fazer valência dos sectores estratégicos, que o estado possuí em carteira, os sectores fulcrais da economia estatal (telecomunicações, energia, e as industrias estratégicas como a aviação comercial e civil, portos marítimos, minérios...), mas é tudo privado, além de privado, estão na fila para receber o cheque prenda...
Como ultimo reduto, visto que Portugal é um país de nadas, a opção mais próxima, seria a implementação da economia de guerra, aumentando a produtividade dos sector primários e secundários do país, gerindo os volumes, primeiro para o uso interno, e os excedentes para o externo, caso existam excedentes, reduzindo a mobilidade desnecessária, e implementando o controlo de recursos eficiente, primeiro problema, não temos sector primário, importamos 75% do consumo, e o sector secundário vive da mescla import / export, porque o sector primário cobre 3 meses ao ano, as necessidades.
A morte vem embrulhada em papel de ajuda, é um (mais um) presente envenenado.
Valter Marques
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